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Psiquiatria nutricional e integrativa
A chamada medicina funcional e integrativa é uma abordagem e uma visão clínica baseada nas causas que levam ao adoecimento, com uma compreensão integral do paciente como um todo.
Trata-se de uma forma de atuação médica que busca combinar intervenções médicas modernas com práticas complementares baseadas em evidências científicas.
Mais do que uma especialidade, é uma forma de encarar a saúde e os fatores que determinam o adoecimento, tratando as causas e não apenas os sintomas. É uma filosofia que carrego comigo desde a faculdade e que permeia toda a minha carreira médica.
A medicina integrativa enxerga o indivíduo de maneira integral, intervindo também no estilo de vida, como alimentação, manejo do estresse, qualidade das relações, sono, entre outros fatores.
Avaliações por meio de exames complementares, orientações nutricionais e suplementações básicas, quando necessárias, fazem parte da atuação dentro da visão funcional e integrativa, sempre associadas às medicações convencionais.
Trata-se, cada vez mais, da medicina do futuro, com foco na prevenção de doenças e na promoção da saúde.
Estudei conceitos básicos de homeopatia ainda na faculdade e realizei especialização em acupuntura médica e fitoterapia científica. Todo esse interesse pela prevenção e por tratamentos com uma visão mais integrativa e preventiva orienta a minha prática clínica.
Ser integrativo é utilizar a alopatia e as tecnologias científicas mais atuais de forma responsável, com indicação precisa e no momento adequado, sempre visando a melhor condução do tratamento do paciente.
Sou membro da Academia Brasileira de Medicina Funcional e Integrativa, formada por médicos de diversas especialidades, comprometidos com a prática clínica ética, baseada em ciência e voltada para a medicina do futuro.
O que é psiquiatria nutricional?
A psiquiatria nutricional estuda as diversas influências da alimentação e da microbiota intestinal na prevenção e no tratamento dos transtornos mentais.
O conhecimento em bioquímica e sobre a influência de vitaminas, minerais, enzimas, aminoácidos e outras substâncias nas vias metabólicas dos neurotransmissores cerebrais permite avaliar e indicar suplementos que podem atuar como coadjuvantes no tratamento de sintomas de diversos transtornos mentais.
A indicação de dietas adequadas, capazes de fornecer esses nutrientes por meio da alimentação, também faz parte da abordagem da psiquiatria nutricional. Por isso, é fundamental a parceria com profissionais da nutrição.
A psiquiatria nutricional também aborda a influência da microbiota intestinal nos sintomas emocionais, bem como os fatores que podem interferir na sua saúde, como:
- Alimentação rica em vegetais, grãos e frutas, de forma diversificada e equilibrada;
- Prática regular de atividade física;
- Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados e o uso indiscriminado de medicações que interferem na flora intestinal.
Exemplos de suplementos estudados e amplamente utilizados na saúde mental:
- Metilfolato (vitamina B9) e inositol (vitamina B8);
- Prebióticos e probióticos;
- N-acetilcisteína;
- Ômega 3;
- Acetil-L-carnitina;
- Triptofano;
- Ferro, zinco e magnésio, entre outros;
- Coenzima Q10.
É fundamental que haja avaliação criteriosa e indicação responsável desses suplementos. Não utilize suplementos por conta própria.
O acompanhamento de um profissional qualificado, com conhecimento técnico e uso responsável dessas estratégias, contribui para a melhora clínica e para o sucesso do tratamento
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